quinta-feira, 13 de agosto de 2009

a relação com o GPS

Se é verdade que “quem tem boca vai a Roma”, se o ser humano tem capacidade de orientação, mapas e mais uma série de instrumentos de navegação, por que raio havemos de confiar cegamente num GPS quando procuramos um destino?
Já deve ter acontecido a todos ter de inverter o sentido de marcha por ordem de um aparelhozinho GPS, virar na “segunda à esquerda” quando já o devíamos ter feito. A mim já.
E ontem aconteceu-me algo ainda mais, digamos… curioso.
O objectivo era jantar no restaurante “Trás da Orelha” em Torres Vedras, que segundo o GPS, era o tasco mais próximo. Meti-me ao caminho, segui as indicações, tudo certinho! Até ouvir o sempre bem-vindo “chegou ao seu destino”. Para meu espanto, quando cheguei ao tal destino, estava à porta do Castelo e nem sinal de um restaurante. Perguntei a um torreense que aproveitava o fresco cair da noite à janela, onde raio estava o restaurante? “Aqui não há nenhum, mas tem um lá ao fim da rua muito bom”…
Moral da história: confiei num GPS para encontrar um jantar decente e acabei enganado pela máquina. Da próxima vez faço como é meu costume. Procuro um tasco pelo método “desenrascanço lusitano” e ponto final.