sexta-feira, 23 de março de 2012
quarta-feira, 21 de março de 2012
Infertilidade, Acupunctura ajuda a resolver.
A infertilidade atinge milhares de pessoas em Portugal.
Muitos recorrem à Acupunctura e Medicina Chinesa para superar este problema.
Jô & Ricardo.
O sonho de qualquer português.
Ir ao Brasil comer... pudim.
Nós, portugueses, fazêmo-lo como ninguém.
E desta vez ainda foi possível fazer piadas sobre portugueses!
Boa, RAP.
Outro vídeo de Gato Fedorento que fica na história.
Nós, portugueses, fazêmo-lo como ninguém.
E desta vez ainda foi possível fazer piadas sobre portugueses!
Boa, RAP.
Outro vídeo de Gato Fedorento que fica na história.
segunda-feira, 19 de março de 2012
Gestores de dívidas.
Daqui a poucas horas serão conhecidos os primeiros números do “buraco financeiro” das Câmara Municipais. Buraco esse que será provavelmente bem mais significativo que o desfalque nas contas da Madeira.
Saber da verdadeira dimensão deste “buraco” é uma tarefa em aberto, digna de homens de barba rija.
Adivinha-se um longo debate sobre os números que serão revelados nos próximos dias na imprensa. As dívidas dos municípios são de tal forma significativas, em muitos casos irresponsáveis e em certos casos, criminosas até. Os municípios estão endividados até ao tutano, de mãos e pés atados para o futuro próximo. Este endividamento que a Lei dos Compromissos pretende estancar a toda a velocidade, será o grande desafio dos futuros autarcas a ser eleitos em 2013. Mais do que venda de ilusões própria das campanhas eleitorais, o próximo acto eleitoral reveste-se de peculiares particularidades.
Ele irá eleger Presidentes com a mais espinhosa das missões. Gerir a dívida dos respetivos municípios. Os candidatos ficam portanto com a tarefa facilitada, no que à elaboração do programa eleitoral diz respeito. Se a seriedade assistir às vindouras candidaturas, a gestão da dívida aparecerá em primeiro lugar no ranking das promessas. Esqueçam as obras de fachada, os longos quilómetros de alcatrão, as rotundas pomposas e os campos de futebol de relva sintética no meio de nenhures. Não há verba para tal. Escusam de prometer grandes escolas e zonas industriais ou investimentos avultados no que quer que seja. Não há tusto! Estamos tesos.
Se forem sérios, os próximos programas eleitorais trazem o manual de instruções com a solução para gerir a dívida da melhor forma e uma alínea em rodapé com a garantia de que se fará alguma obra se houver dinheiro para tal. Não vendam mais ilusões ao povo, que o povo não merece esses programas eleitorais de malabarista. Prometam apenas o que é razoável. Façam-nos esse favor. Nas próximas eleições autárquicas vamos eleger gente para gerir a dívida que ficou. Vai ser preciso eleger gente competente, com engenho e garra.
Façamos todos esse favor ao país.
Adivinha-se um longo debate sobre os números que serão revelados nos próximos dias na imprensa. As dívidas dos municípios são de tal forma significativas, em muitos casos irresponsáveis e em certos casos, criminosas até. Os municípios estão endividados até ao tutano, de mãos e pés atados para o futuro próximo. Este endividamento que a Lei dos Compromissos pretende estancar a toda a velocidade, será o grande desafio dos futuros autarcas a ser eleitos em 2013. Mais do que venda de ilusões própria das campanhas eleitorais, o próximo acto eleitoral reveste-se de peculiares particularidades.
Ele irá eleger Presidentes com a mais espinhosa das missões. Gerir a dívida dos respetivos municípios. Os candidatos ficam portanto com a tarefa facilitada, no que à elaboração do programa eleitoral diz respeito. Se a seriedade assistir às vindouras candidaturas, a gestão da dívida aparecerá em primeiro lugar no ranking das promessas. Esqueçam as obras de fachada, os longos quilómetros de alcatrão, as rotundas pomposas e os campos de futebol de relva sintética no meio de nenhures. Não há verba para tal. Escusam de prometer grandes escolas e zonas industriais ou investimentos avultados no que quer que seja. Não há tusto! Estamos tesos.
Se forem sérios, os próximos programas eleitorais trazem o manual de instruções com a solução para gerir a dívida da melhor forma e uma alínea em rodapé com a garantia de que se fará alguma obra se houver dinheiro para tal. Não vendam mais ilusões ao povo, que o povo não merece esses programas eleitorais de malabarista. Prometam apenas o que é razoável. Façam-nos esse favor. Nas próximas eleições autárquicas vamos eleger gente para gerir a dívida que ficou. Vai ser preciso eleger gente competente, com engenho e garra.
Façamos todos esse favor ao país.
quinta-feira, 15 de março de 2012
quarta-feira, 14 de março de 2012
terça-feira, 13 de março de 2012
sexta-feira, 9 de março de 2012
sexta-feira, 2 de março de 2012
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Baptista Bastos esta quinta feira na Cabana
Onde É Que Você Estava No 25 de Abril?
Quem, nascido antes dos oitenta, não se lembra desta frase, milhares de vezes repetida e tornada anedota recorrente no nosso dia a dia. Até o "saudoso" Herman de outros gloriosos tempos, a caricaturou, fazendo um boneco hilariante?
O autor dessa pergunta é o escritor, ensaista e jornalista Baptista Bastos, que dirigia um pequeno programa na RTP, de nome Conversas Secretas, e que servia para entrevistar escritores, músicos ou até políticos. Durante a “amena cavaqueira”, colocava sempre a mesma questão ao convidado do momento: “Onde é que você estava no 25 de Abril?”
Quem, nascido antes dos oitenta, não se lembra desta frase, milhares de vezes repetida e tornada anedota recorrente no nosso dia a dia. Até o "saudoso" Herman de outros gloriosos tempos, a caricaturou, fazendo um boneco hilariante?
O autor dessa pergunta é o escritor, ensaista e jornalista Baptista Bastos, que dirigia um pequeno programa na RTP, de nome Conversas Secretas, e que servia para entrevistar escritores, músicos ou até políticos. Durante a “amena cavaqueira”, colocava sempre a mesma questão ao convidado do momento: “Onde é que você estava no 25 de Abril?”
A verdade, é que Baptista Bastos não se encerra nesta frase, sendo um grande defensor das liberdades e um humanista, desde os tempos em que se juntou ao movimento neo-realista, em pleno Estado Novo salazarista.
Por coincidência, ou não, a última tertúlia na Cabana dos Parodiantes, foi dedicada ao Alves Redol, amigo desses tempos de Baptista Bastos.
Na próxima 5ª feira, 16 de Fevereiro, vamos celebrar alguém que está vivo e de boa saúde, Baptista Bastos, uma lenda do jornalismo, um romancista de excepção, só para nós, na Cabana...que privilégio!
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
4º Festival da Sopa e Pão Caseiro
O Entrudo chamado Pedro.
Imagine que a sua situação económica está num verdadeiro caos. Tem diversas dívidas e as poucas receitas já não permitem pagar todos os seus encargos.
Recorre mais uma vez ao banco para contrair um empréstimo que resolva todos os seus incumprimentos. O banco aceita financiar esse empréstimo apresentando uma taxa de juro elevadíssima e você… aceita. Além dos juros o banco ainda lhe coloca como condição de negócio, que se demita das suas funções e passe a engrossar a longa lista de desempregados.
Parece-lhe bizarro?
Foi praticamente isto que aconteceu com a “ajuda” da Troika para com a Grécia e Portugal.
Classificar de “ajuda” o empréstimo realizado é querer passar um atestado de estupidez a qualquer português.
Os interesses do puro capital e da especulação entraram pelos nossos Ministérios dentro e tão cedo não vão ceder a posição. Vamos vender as melhores empresas públicas a preço de saldo, vamos emagrecer os quadros da administração pública e aumentar preços de transportes, serviços e impostos.
Ou seja, em breve seremos uma pátria alienada da sua autonomia.
Não fomos “comprados” pelos espanhóis no princípio deste século (como muitos defendiam), mas fomos aglutinados por franceses e alemães.
Estamos nas mãos de Merkel, Sarkozy e Lagarde. Seremos seus servos durante os próximos anos, trabalharemos (os que podem ainda ter um emprego) para sustentar as grandes dívidas europeias. É isto que nos dizem alguns dos mais prestigiados economistas, sejam europeus ou americanos.
Se este cenário se afigura de horror, junte-se a ele o governo de Passos Coelho e a grande bandeira deste elenco. “Custe o que Custar”.
Custe o que Custar, levando-nos os subsídios de férias e natal, o pão da mesa, a roupa do corpo e até o Entrudo. Que raio! Até o Entrudo?
Passos está concentradíssimo na missão que a Troika lhe confiou. Saberá no entanto o Primeiro Ministro que foi eleito para defender os interesses dos portugueses?
Recorre mais uma vez ao banco para contrair um empréstimo que resolva todos os seus incumprimentos. O banco aceita financiar esse empréstimo apresentando uma taxa de juro elevadíssima e você… aceita. Além dos juros o banco ainda lhe coloca como condição de negócio, que se demita das suas funções e passe a engrossar a longa lista de desempregados.
Parece-lhe bizarro?
Foi praticamente isto que aconteceu com a “ajuda” da Troika para com a Grécia e Portugal.
Classificar de “ajuda” o empréstimo realizado é querer passar um atestado de estupidez a qualquer português.
Os interesses do puro capital e da especulação entraram pelos nossos Ministérios dentro e tão cedo não vão ceder a posição. Vamos vender as melhores empresas públicas a preço de saldo, vamos emagrecer os quadros da administração pública e aumentar preços de transportes, serviços e impostos.
Ou seja, em breve seremos uma pátria alienada da sua autonomia.
Não fomos “comprados” pelos espanhóis no princípio deste século (como muitos defendiam), mas fomos aglutinados por franceses e alemães.
Estamos nas mãos de Merkel, Sarkozy e Lagarde. Seremos seus servos durante os próximos anos, trabalharemos (os que podem ainda ter um emprego) para sustentar as grandes dívidas europeias. É isto que nos dizem alguns dos mais prestigiados economistas, sejam europeus ou americanos.
Se este cenário se afigura de horror, junte-se a ele o governo de Passos Coelho e a grande bandeira deste elenco. “Custe o que Custar”.
Custe o que Custar, levando-nos os subsídios de férias e natal, o pão da mesa, a roupa do corpo e até o Entrudo. Que raio! Até o Entrudo?
Passos está concentradíssimo na missão que a Troika lhe confiou. Saberá no entanto o Primeiro Ministro que foi eleito para defender os interesses dos portugueses?
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
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