No último Sábado resolvi passar pelo CCB e fui surpreendido por um magnífico espectáculo de rua apresentado pela Companhia Retouramont.
A Dança na Fachada foi uma agradável surpresa. O CCB está com uma programação muito interessante até aos últimos dias de Agosto.
Vale a pena visitar!
Já a exposição Berardo, sofreu uma drástica redução, sobretudo com o fecho da sala com os quadros de Paula Rego ao público.
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
à espreita na Janela
Hoje a Janela tem um “cliente” diferente.
Os progenitores estiveram uns dias de férias, e a mim calhou a tarefa de alimentar umas quantas bocas.
O tipo na foto, veio à janela agradecer umas meloas e abóboras que lhe dei, e eu aproveitei para registar o gesto para a posteridade.
E assim a Janela ganha hoje uma nova dimensão, um novo aroma.
Os progenitores estiveram uns dias de férias, e a mim calhou a tarefa de alimentar umas quantas bocas.
O tipo na foto, veio à janela agradecer umas meloas e abóboras que lhe dei, e eu aproveitei para registar o gesto para a posteridade.
E assim a Janela ganha hoje uma nova dimensão, um novo aroma.
É tão boa a vida do campo!
Crédito Foto: MOD
o primeiro dia na Rádio
Estava a remexer nos meus arquivos e encontrei a gravação que guardo com mais carinho. O dia em que tudo começou na rádio.
O dia em que “apanhei” o bichinho… o bichinho da rádio.
Foi pelas mãos do André de Sousa, na Rádio de Marinhais que tudo começou, em 13 de Fevereiro de 1993. Ainda me chamavam Marco Filipe e a voz ainda soava a pintainho.
E pronto, como este espaço é suposto ser uma partilha, hoje partilho com todos vocês a vergonha do primeiro dia. Em que os nervos me controlavam os movimentos.
Foi só para recordar!
Boomp3.com
Boomp3.com
O dia em que “apanhei” o bichinho… o bichinho da rádio.
Foi pelas mãos do André de Sousa, na Rádio de Marinhais que tudo começou, em 13 de Fevereiro de 1993. Ainda me chamavam Marco Filipe e a voz ainda soava a pintainho.
E pronto, como este espaço é suposto ser uma partilha, hoje partilho com todos vocês a vergonha do primeiro dia. Em que os nervos me controlavam os movimentos.
Foi só para recordar!
Boomp3.com
Boomp3.com
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
uma experiência enriquecedora
Foi uma experiência fantástica!
Hoje o autor deste diário de bordo esteve como concorrente, no concurso Jogo Duplo que a RTP começa a emitir na próxima semana.
Decidi que até o programa ser emitido, não revelaria a ninguém o prémio que atingi, mas sempre posso dizer que na primeira ronda tive a brilhante prestação de zero euros!
O concurso promete ser um êxito, porque consegue prender o espectador até ao último instante. Dia 3 de Setembro será emitido o meu programa. Espero que se divirtam tanto quanto eu, na gravação.
Cá estarei para registar os vossos comentários!
Hoje o autor deste diário de bordo esteve como concorrente, no concurso Jogo Duplo que a RTP começa a emitir na próxima semana.
Decidi que até o programa ser emitido, não revelaria a ninguém o prémio que atingi, mas sempre posso dizer que na primeira ronda tive a brilhante prestação de zero euros!
O concurso promete ser um êxito, porque consegue prender o espectador até ao último instante. Dia 3 de Setembro será emitido o meu programa. Espero que se divirtam tanto quanto eu, na gravação.
Cá estarei para registar os vossos comentários!
Crédito Foto: El Jugador
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
andante nas ruas do Porto
“Não sei onde pertenço”.
Estava naquela rua do Porto e assaltou-se este pensamento.
Onde pertenço eu afinal?
A forma natural com que me movimento nas ruas do Porto traz-me uma série de dúvidas sobre onde pertenço e onde quero pertencer.
Sinto-me no Porto como peixe na água. Estou em Lisboa e sou fã daquela luz única, daquele brilho. Nasci nas Lezírias e é aqui que gosto de usufruir da qualidade de vida e tranquilidade que ainda se regista.
Mas defendo que quem vive junto ao mar, é bem mais feliz.
Enfim, à distância de todos estes pensamentos, custa-me dizer que pertenço a um sítio, imaginando que os outros locais que admiro e estimo, não me vão perdoar a escolha.
Variações escreveu que só estava bem, onde não estava.
Eu sou apenas um andante, à procura de pertencer.
Estava naquela rua do Porto e assaltou-se este pensamento.
Onde pertenço eu afinal?
A forma natural com que me movimento nas ruas do Porto traz-me uma série de dúvidas sobre onde pertenço e onde quero pertencer.
Sinto-me no Porto como peixe na água. Estou em Lisboa e sou fã daquela luz única, daquele brilho. Nasci nas Lezírias e é aqui que gosto de usufruir da qualidade de vida e tranquilidade que ainda se regista.
Mas defendo que quem vive junto ao mar, é bem mais feliz.
Enfim, à distância de todos estes pensamentos, custa-me dizer que pertenço a um sítio, imaginando que os outros locais que admiro e estimo, não me vão perdoar a escolha.
Variações escreveu que só estava bem, onde não estava.
Eu sou apenas um andante, à procura de pertencer.

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um checo em grande
Terne Chave é nome de cantor da República Checa.
Tem um novo disco que se chama More Love e um ritmo de Leste que é verdadeiramente contagiante.
Não consigo ouvir esta música sem bater o pé.
Tem um novo disco que se chama More Love e um ritmo de Leste que é verdadeiramente contagiante.
Não consigo ouvir esta música sem bater o pé.
domingo, 17 de agosto de 2008
e enfim é Amor
Na parede da Sé de Lisboa, um amante, daqueles de firmes convicções, deixou escapar por entre a escrita o sentimento que o liga à mulher amada.
Não sei se a Diana já não lhe liga bola, ou se é apenas uma Diana esquecida, e por isso o moço tem o “trabalho” de lhe reavivar a memória.
As coisas do amor são assim. Parecem-nos tão naturais quando somos nós os promotores da ideia!
Não sei se a Diana já não lhe liga bola, ou se é apenas uma Diana esquecida, e por isso o moço tem o “trabalho” de lhe reavivar a memória.
As coisas do amor são assim. Parecem-nos tão naturais quando somos nós os promotores da ideia!
Crédito Foto: MOD
a ceia dos... amigos
Gostava de partilhar com os que espreitam a Janela, um pouco da arte do meu caro companheiro Raul.
Tenho pena de o vídeo ser tão resumido, mas quando me lembrei de registar o momento, já o poema ia a caminho do fim.
Obrigado Raul, por emprestares um pedaço da tua arte àquele jantar.
Tenho pena de o vídeo ser tão resumido, mas quando me lembrei de registar o momento, já o poema ia a caminho do fim.
Obrigado Raul, por emprestares um pedaço da tua arte àquele jantar.
uma final é sempre uma final
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
sou Vitória!
Há poucos clubes assim. Arrisco-me a dizer que em Portugal só há este.
Reunindo esta mística, este querer e a força que move toda uma cidade.
Ontem estive pela primeira vez no Estádio do Guimarães em trabalho, e acreditem que toda a energia positiva que vi, me parece que vai empurrar a equipa para o seu sonho.
Espero bem que sim! Hoje, estou em Braga.
Crédito Foto: MOD
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
só vos posso agradecer
Foi uma noite e tanto!
Houve boa comida e sangria, houve boa disposição, houve poesia dita com garra e acima de tudo houve vocês.
A noite do meu aniversário foi mais uma vez inesquecível, sobretudo por vossa culpa.
Vocês sabem que são uma parte importante de mim.
Obrigado por terem aberto o vosso coração a este dia de partilha.
Obrigado.
Houve boa comida e sangria, houve boa disposição, houve poesia dita com garra e acima de tudo houve vocês.
A noite do meu aniversário foi mais uma vez inesquecível, sobretudo por vossa culpa.
Vocês sabem que são uma parte importante de mim.
Obrigado por terem aberto o vosso coração a este dia de partilha.
Obrigado.


sexta-feira, 8 de agosto de 2008
poesia de Safo
(...)
Sinto um fogo sutil correr de veia em veia
por minha carne, ó suave bem-querida,
e no transporte doce que a minha alma enleia
eu sinto asperamente a voz emudecida.
Crédito Foto: Christian Coigny
Sinto um fogo sutil correr de veia em veia
por minha carne, ó suave bem-querida,
e no transporte doce que a minha alma enleia
eu sinto asperamente a voz emudecida.
Crédito Foto: Christian Coigny
morte lenta no Futebol Distrital
Neste mês de Agosto resolvi dar início a uma colaboração com o jornal Mais Região.
Todas as quinzenas assinarei um artigo de opinião na página de desporto.
Os leitores da Janela serão os primeiros a ler esse artigo.
Este primeiro artigo fala de notícias menos boas, mas que mais tarde ou mais cedo seriam inevitáveis. É este o cenário.
"O futebol distrital vive dias de amargura.
Depois da saída de cena de clubes emblemáticos, como o caso do Coruchense, as últimas semanas confirmam a morte do futebol de competição em clubes de dimensão maior. União de Santarém, Chamusca, juntam-se a Abitureiras, Seiça e Benavente nesta onda de agonia que vai fazendo capa de jornal.
Aqui bem perto de nós, dois clubes que já foram grandes, tiveram de aprender a começar praticamente do zero. Vilafranquense e Alverca militam hoje nos distritais de Lisboa e são o exemplo que às vezes quanto maior é o passo, maior é o tombo.
Mas... mostraram também que não há vergonha nenhuma em recomeçar todo o processo competitivo. Demonstraram que é possível sarar algumas das feridas do passado e que na verdade, o importante é assegurar a continuidade das camadas de formação.
Face ao actual panorama, a Associação de Futebol de Santarém adiou para data a anunciar, o sorteio dos campeonatos de futebol e quer-me parecer que há mais clubes que estão na eminência de fechar as suas portas.
Num momento tão delicado da vida desportiva da região, parece-me lógico que se exija à entidade que organiza os campeonatos, medidas que apoiem os emblemas e evitem o encerramento de novos clubes.
É urgente encontrar solução junto dos Serviços de Finanças Distrital para um pagamento de dívidas a longo prazo e a criação de um regime especial para clubes e colectividades que defendem acima de tudo o interesse público.
O futebol no Distrito de Santarém, salvo algumas (poucas) excepções, está moribundo e sobrevive ligado a uma máquina velha e obsoleta.
Vamos continuar a assistir impávidos a esta agonia"?
Todas as quinzenas assinarei um artigo de opinião na página de desporto.
Os leitores da Janela serão os primeiros a ler esse artigo.
Este primeiro artigo fala de notícias menos boas, mas que mais tarde ou mais cedo seriam inevitáveis. É este o cenário.
"O futebol distrital vive dias de amargura.
Depois da saída de cena de clubes emblemáticos, como o caso do Coruchense, as últimas semanas confirmam a morte do futebol de competição em clubes de dimensão maior. União de Santarém, Chamusca, juntam-se a Abitureiras, Seiça e Benavente nesta onda de agonia que vai fazendo capa de jornal.
Aqui bem perto de nós, dois clubes que já foram grandes, tiveram de aprender a começar praticamente do zero. Vilafranquense e Alverca militam hoje nos distritais de Lisboa e são o exemplo que às vezes quanto maior é o passo, maior é o tombo.
Mas... mostraram também que não há vergonha nenhuma em recomeçar todo o processo competitivo. Demonstraram que é possível sarar algumas das feridas do passado e que na verdade, o importante é assegurar a continuidade das camadas de formação.
Face ao actual panorama, a Associação de Futebol de Santarém adiou para data a anunciar, o sorteio dos campeonatos de futebol e quer-me parecer que há mais clubes que estão na eminência de fechar as suas portas.
Num momento tão delicado da vida desportiva da região, parece-me lógico que se exija à entidade que organiza os campeonatos, medidas que apoiem os emblemas e evitem o encerramento de novos clubes.
É urgente encontrar solução junto dos Serviços de Finanças Distrital para um pagamento de dívidas a longo prazo e a criação de um regime especial para clubes e colectividades que defendem acima de tudo o interesse público.
O futebol no Distrito de Santarém, salvo algumas (poucas) excepções, está moribundo e sobrevive ligado a uma máquina velha e obsoleta.
Vamos continuar a assistir impávidos a esta agonia"?
no ninho de pássaro
gente como Nós
Este país anda a deixar-me preocupado!
Ontem, dois tipos armados, sequestraram os funcionários de uma agência bancária em Lisboa. Após longas horas de espera, a polícia agiu, matando um dos sequestradores e ferindo o outro.
Apesar de me preocupar a crescente onda de violência que se nota na cidade, o que mais me preocupa é a reacção da maior parte do povo que tenho ouvido. O valor que se dá à vida humana é cada vez mais insignificante.
“A polícia matou um? Deviam era ter morto os dois para ver se isto acaba de vez!”.
Assim, a sangue frio. É esta a reacção que se ouve a muitas das pessoas que comentam o caso. Preocupa-me um país onde a opinião pública chegou a este estado.
Preocupa-me um país onde há cada vez mais imigrantes ilegais, onde não há política decente de imigração, onde não há apoio decente a quem deixou um país lá longe para tentar a sua sorte na Europa, em busca de uma vida melhor.
Ninguém nasce com uma arma na mão, são as voltas e voltas da vida que às vezes nos fazem cometer erros, tantas vezes imperdoáveis. Mas todas estas pessoas que não nasceram em Portugal, mas que estão aqui à nossa volta, merecem a nossa atenção e o nosso apoio. São Gente como Nós.
Ontem, dois tipos armados, sequestraram os funcionários de uma agência bancária em Lisboa. Após longas horas de espera, a polícia agiu, matando um dos sequestradores e ferindo o outro.
Apesar de me preocupar a crescente onda de violência que se nota na cidade, o que mais me preocupa é a reacção da maior parte do povo que tenho ouvido. O valor que se dá à vida humana é cada vez mais insignificante.
“A polícia matou um? Deviam era ter morto os dois para ver se isto acaba de vez!”.
Assim, a sangue frio. É esta a reacção que se ouve a muitas das pessoas que comentam o caso. Preocupa-me um país onde a opinião pública chegou a este estado.
Preocupa-me um país onde há cada vez mais imigrantes ilegais, onde não há política decente de imigração, onde não há apoio decente a quem deixou um país lá longe para tentar a sua sorte na Europa, em busca de uma vida melhor.
Ninguém nasce com uma arma na mão, são as voltas e voltas da vida que às vezes nos fazem cometer erros, tantas vezes imperdoáveis. Mas todas estas pessoas que não nasceram em Portugal, mas que estão aqui à nossa volta, merecem a nossa atenção e o nosso apoio. São Gente como Nós.
tango, a sugestão do dia
Hoje proponho que a viagem dos sons nos leve até à Argentina.
Lá, onde o Tango é rei, há um Daniel Melingo talentoso que hoje é sugestão aqui na Janela.
Enfim, estamos separados por um oceano, mas isso não nos impede de ouvir músicas de outras paragens. A Internet é a melhor invenção do homem, logo a seguir aos cartões multibanco! :)
Lá, onde o Tango é rei, há um Daniel Melingo talentoso que hoje é sugestão aqui na Janela.
Enfim, estamos separados por um oceano, mas isso não nos impede de ouvir músicas de outras paragens. A Internet é a melhor invenção do homem, logo a seguir aos cartões multibanco! :)
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
eu hoje aprendi que...
Confesso, só hoje fui alertado para a existência da palavra hipopotomonstrosesquipedaliofobia*.
Até hoje eu podia ser um info-excluído, um tipo que vivia à margem da sociedade, um mero cidadão que gosta de ver uns jogos de futebol, beber uma minis frescas e às vezes abrir uns emails com tipas de peito ao léu.
Mas a partir de hoje eu sou mais que isso. Hoje eu descobri o significado de hipopotomonstrosesquipedaliofobia. E um novo mundo nasceu para mim!
Como pronunciar hipopotomonstrosesquipedaliofobia é uma coisa aborrecida e que se enrola nos dentes, houve quem tivesse inventado a abreviatura sesquipedaliofobia.
Mas parece-me que vai dar ao mesmo. Adiante…
Hipopotomonstrosesquipedaliofobia é também o nome de um Blog de alguém que me é muito querido, e que de quando em vez vai partilhando pedaços da sua vida. E que agora encontrou na Blogosfera uma forma de partilhar, ainda mais alargada.
Estarei atento às novidades. Querida Arina, tu sabes que eu amo os Açores!
*é uma doença psicológica que se caracteriza pelo medo irracional (ou fobia) de pronunciar-se palavras grandes ou complicadas. Se caracteriza pela aversão ou nervosismo em momentos nos quais o indivíduo deve empregar palavras longas ou de uso pouco comum (discussões técnicas, médicas, científicas etc), assim como evitar ou não mencionar palavras estranhas ao vocabulário.
Até hoje eu podia ser um info-excluído, um tipo que vivia à margem da sociedade, um mero cidadão que gosta de ver uns jogos de futebol, beber uma minis frescas e às vezes abrir uns emails com tipas de peito ao léu.
Mas a partir de hoje eu sou mais que isso. Hoje eu descobri o significado de hipopotomonstrosesquipedaliofobia. E um novo mundo nasceu para mim!
Como pronunciar hipopotomonstrosesquipedaliofobia é uma coisa aborrecida e que se enrola nos dentes, houve quem tivesse inventado a abreviatura sesquipedaliofobia.
Mas parece-me que vai dar ao mesmo. Adiante…
Hipopotomonstrosesquipedaliofobia é também o nome de um Blog de alguém que me é muito querido, e que de quando em vez vai partilhando pedaços da sua vida. E que agora encontrou na Blogosfera uma forma de partilhar, ainda mais alargada.
Estarei atento às novidades. Querida Arina, tu sabes que eu amo os Açores!
*é uma doença psicológica que se caracteriza pelo medo irracional (ou fobia) de pronunciar-se palavras grandes ou complicadas. Se caracteriza pela aversão ou nervosismo em momentos nos quais o indivíduo deve empregar palavras longas ou de uso pouco comum (discussões técnicas, médicas, científicas etc), assim como evitar ou não mencionar palavras estranhas ao vocabulário.
fim de tarde em Lisboa
As esplanadas no Largo do Carmo estão por estes dias, mais calmas.
Uma parte substancial de Lisboa partiu de férias.
A sombra do quartel-general da GNR abriga turistas e árvores imponentes com dezenas de histórias por contar.
Parte importante da história recente de Portugal passa por aquele Largo, por aquele Quartel. Ilusões de uma democracia que grande parte dos turistas não consegue levar nas objectivas da máquina digital.
Há dias assim.
Uma parte substancial de Lisboa partiu de férias.
A sombra do quartel-general da GNR abriga turistas e árvores imponentes com dezenas de histórias por contar.
Parte importante da história recente de Portugal passa por aquele Largo, por aquele Quartel. Ilusões de uma democracia que grande parte dos turistas não consegue levar nas objectivas da máquina digital.
Há dias assim.
Crédito Foto: MOD
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